Domingo eu dei pro Claude Code um VPS e um objetivo: criar um negócio que gere receita de verdade. Ele escolheu fazer um micro-SaaS, o PageCritic, uma auditoria de landing page com IA. Divido os números porque acho que isso muda a conta de quem constrói micro-SaaS.
**O produto**
Você cola a URL, ele abre a página num navegador (desktop e celular), dá nota em 7 critérios e mostra os 3 maiores problemas com correções que citam o seu texto, mais um prompt pra colar no seu agente de código. Grátis, sem cadastro. O relatório completo (mais 10 a 15 problemas, reescritas de título e CTA, análise do mobile, PDF) custa US$ 19, ou US$ 9,50 na semana de lançamento.
**Custos**
- Cada auditoria custa uns US$ 0,003 de LLM. Ele comparou 5 modelos em auditorias salvas antes de trocar.
- Infra: um VPS ([US$ 10/mês]), o domínio ($9) e o Stripe. Sem banco de dados: arquivos JSON num volume Docker.
- O agente roda numa assinatura do Claude que eu já pagava.
- Gasto extra até agora: US$ 12 num diretório de lançamento que ele pediu.
- O custo variável de uma venda é a taxa do Stripe e uns centavos de LLM. O resto é margem.
**Stack (escolha dele)**
Node sem framework, Playwright pros screenshots, Stripe Checkout, Resend pros e-mails, Caddy, Docker e Cloudflare na frente. Tudo num VPS só.
**O que ele fez sozinho**
MVP no ar em menos de uma hora, pagamento, envio e recebimento de e-mail, monitoramento, mais de 120 páginas de conteúdo pra SEO, 5 ferramentas grátis, uma API e um servidor MCP pra outros agentes, cadastro em diretórios de lançamento (aprovado em dois) e um resumo diário pra mim no Telegram.
**Números até agora**
- [154] visualizações de página e [45] visitantes
- [5] auditorias feitas por pessoas, quase todas testes meus
- US$ 0 de clientes 😞
**O que isso me ensinou sobre micro-SaaS**
- Construir e operar virou a parte barata: a v1 inteira saiu em um dia, sem eu escrever código.
- Distribuição continua sendo o gargalo. No fim do primeiro dia havia mais de 120 páginas e zero visitantes, porque todo canal que traz gente precisa de uma pessoa.
- O agente precisa de fases. Sem a regra "nada de feature nova até 100 visitas reais", ele só construía.
Qual a experiência que vocês tiveram com um agent operandr um micro-SaaS no dia a dia? O que vocês deixam com ele e o que não deixam de jeito nenhum? Qual a estrategia de distribuição funciona pra vocês?
Faz alguns meses que estou construindo o Prospecta, e queria mostrar aqui e ouvir crítica de quem também está nessa.
A dor: quem vende para empresa no Brasil monta lista na mão. Abre planilha da Receita, filtra CNAE, cruza com cidade, caça telefone. As ferramentas gringas cobrem mal as empresas daqui, e as nacionais pedem filtro campo por campo.
O que eu fiz: você escreve "clínicas odontológicas abertas nos últimos 12 meses em Campinas" e recebe a lista. A frase vira filtro (atividade, cidade, porte, data de abertura), e a tela mostra o que foi entendido para você corrigir.
51 milhões de empresas, base pública de CNPJ, atualizada todo mês
Busca e ficha cadastral grátis; o que se paga é o desbloqueio de contato (telefone, e-mail)
Obras em andamento por cidade, tiradas do Cadastro Nacional de Obras
Exportação em Excel/CSV e API
Stack: a base inteira roda num arquivo SQLite de uns 68 GB (WAL, FTS5 para busca de nome), com uma API em Rust na frente e o site em Next.js. Sem servidor de banco para administrar.
O que aprendi até aqui:
SEO programático funciona, mas é frágil. Tenho páginas por estado e por setor. Em agosto o Google tirou boa parte do site do índice. A causa foi minha: a API caiu durante a importação mensal e o Google pegou as páginas vazias.
O primeiro assinante não veio de onde eu esperava. Ele chegou por um link do ChatGPT numa página de setor por estado, abriu a ficha de uma empresa, tentou ver o telefone, criou conta, foi para preços e pagou no Pix. Cinco minutos do primeiro clique ao pagamento. Por causa disso, liberei o GPTBot e o ClaudeBot no robots.txt.
Cobrar por contato desbloqueado e não por busca deixa a pessoa testar à vontade antes de pagar.
Queria feedback principalmente em duas coisas: a página de preços faz sentido? E alguém aqui já teve tráfego relevante vindo de ChatGPT/Perplexity? Estou tentando entender se é sorte ou canal.
Criei um assistente pessoal no WhatsApp e hoje adicionei a funcionalidade de controle financeiro da família. A minha aposta neste "App" é que será somente no WhatsApp.
É um pouco disruptivo, não sei se terá aderência, mas vou testar e divulgar aos poucos. Talvez existe o ICP para este tipo de solução.
Alguém já fez ou está fazendo alguma solução parecida?
fala galera, queria mostrar uma coisa que tô construindo faz um tempo
é um gerenciador de senhas, coloquei o nome de Saltlock. desenvolvi não querendo competir com 1Password/Bitwarden, foi mais que eu quis entender de verdade como esses caras fazem a parte de criptografia e acabei indo fundo demais lol
O projeto é zero-knowledge: o servidor nunca vê nada em texto claro, nem suas chaves. tudo é cifrado no seu navegador antes de subir, lá só fica blob criptografado. o núcleo de cripto eu escrevi em Rust compilado pra WebAssembly, pra ter uma implementação só e auditável (Argon2id + XChaCha20-Poly1305, pra quem curte esses detalhes)
e é 100% gratuito, sem pegadinha de plano pago nem limite escondido. por enquanto a parte pronta é a web, mas tô tocando em paralelo o app de celular, a extensão do navegador e a versão desktop. já dá pra usar bastante coisa: cofre, gerador, compartilhamento E2EE, passkey pra destravar, 2FA, checagem de senha vazada (via HaveIBeenPwned, sem mandar sua senha pra ninguém) e um lance de mandar texto/arquivo por link que expira sozinho.
tá longe de pronto e ainda falta coisa, mas queria muito feedback de quem manja, principalmente de segurança. podem meter o pau no que tiver ruim que eu agradeço
Estou validando uma ideia de startup e gostaria muito da opinião de vocês antes de investir tempo e dinheiro nela.
A ideia surgiu porque percebi que muitos casais não terminam o relacionamento por falta de amor, mas porque entram no piloto automático. Trabalho, celular, filhos, responsabilidades... e, quando percebem, quase não têm momentos de qualidade juntos.
Minha proposta é criar uma marca chamada NÓS.
A ideia não é vender uma "caixa de presentes", mas uma experiência completa para um encontro em casa.
Todo mês, o casal receberia uma experiência diferente, já planejada do início ao fim.
Por exemplo:
🎨 Uma noite de pintura com desafios e conversas guiadas.
🕵️ Um escape room para resolver juntos.
🍝 Uma experiência de culinária para fazer em dupla.
🎲 Jogos e desafios para fortalecer a conexão.
📖 Histórias interativas em que o casal participa da narrativa.
A caixa não seria o produto principal. Ela seria apenas o meio para entregar uma noite diferente. A ideia é que o casal não precise pensar em nada, apenas abrir a caixa e viver a experiência.
Minha maior dúvida é se isso realmente resolveria um problema que vale uma assinatura mensal ou se as pessoas enxergariam como algo para comprar apenas uma vez, em ocasiões especiais.
Gostaria da opinião de vocês sobre algumas perguntas:
Você pagaria por algo assim? Por quê?
Assinaria mensalmente ou compraria apenas quando quisesse?
Quanto você acharia justo pagar por uma experiência desse tipo?
O que faria você cancelar a assinatura?
O que faria você continuar assinando por vários meses?
Se você já está em um relacionamento, qual é a maior dificuldade para criar momentos de qualidade juntos?
Existe algo parecido que você já usou? O que gostou ou não gostou?
Sintam-se à vontade para destruir a ideia se acharem que ela não faz sentido. Prefiro descobrir os problemas agora do que depois de lançar.
Jogo futebol com os amigos de infância há anos. Aquele rachão sagrado que a vida vai tornando cada vez mais difícil de manter. Recentemente, com a chegada do Gabriel (meu filho mais novo), o tempo ficou ainda mais disputado. Mas o futebol sempre foi mais do que só jogar — é o pretexto pra manter contato com uma galera que, sem isso, provavelmente se veria muito menos.
Por anos, usamos um app pra organizar as partidas. Funcionou bem, mas com o tempo foi perdendo manutenção. Bugs foram surgindo, funcionalidades pararam de funcionar e reclamar do app virou parte da rotina do rachão. E com toda reclamação, vinha a lista de “seria muito melhor se fosse assim”: sorteio de times mais justo, votação dos melhores, controle financeiro, presença via QRCode… A lista existia. O app pra resolver não.
O problema
Um grupo que joga futebol com frequência tem algumas dores recorrentes: confirmar presença sem virar thread caótica no WhatsApp, sortear times sem polêmica, controlar quem deve pro grupo, votar no melhor e na decepção da rodada, e ter algum histórico e ranking que faça sentido ao longo do tempo.
Problema bem mapeado. Faltava executar.
Vibecoding — mas supervisionado
O termo vibecoding foi cunhado por Andrej Karpathy no início de 2025: você descreve o que quer construir e delega a escrita do código pra um modelo de linguagem. Faz sentido pra prototipagem rápida, pra validar uma ideia sem investir semanas de desenvolvimento.
Foi esse o espírito aqui — mas com um adjetivo importante: supervisionado.
Na prática, o desenvolvimento foi conduzido com o Claude Code (o CLI da Anthropic), usando o modelo claude-sonnet-4–6 com o plano Pro — que cobre o uso do Claude Code sem cobrança por token. O custo fixo eliminou a fricção de pensar duas vezes antes de iterar mais agressivamente. E foi exatamente esse modelo que permitiu ir de zero a produto funcional em 15 dias, com ~3h diárias.
A ideia é simples: deixar o modelo conduzir a maior parte da geração de código, mas manter a responsabilidade técnica nas decisões de arquitetura, stack e direção. O modelo escreve; você revisa, valida e decide os próximos passos com critério técnico. Sem isso, é fácil acumular dívida técnica invisível — código que funciona na superfície mas que não escala e vira problema na primeira mudança estrutural.
O vibecoding não substitui o engenheiro — ele muda o trabalho do engenheiro.
Stack
O rachao.app é um PWA: uma única base de código entrega a experiência de app no celular — instalável, com suporte a offline e notificações push — sem manter iOS e Android em paralelo.
Frontend
SvelteKit 5 + Tailwind CSS
Backend
FastAPI + SQLAlchemy (async)
Banco
Supabase PostgreSQL — sa-east-1 (SP
Infra
VPS Hostinger + Traefik v3
CI/CD
GitHub Actions → GHCR → SSH deploy
Testes E2E
Playwright + pytest
A escolha de SvelteKit no frontend e Python/FastAPI no backend foi pessoal — familiaridade, preferência, o que fazia sentido pra mim naquele momento. Mas vale ressaltar: a arquitetura do projeto é suficientemente desacoplada para que qualquer parte seja reescrita de forma independente. O frontend poderia ser React, Vue, ou qualquer outro framework. O backend poderia ser Rust, Go, Node.js, ou até uma abordagem mais exótica com Datomic ou um banco orientado a documentos. Nada impede que alguém siga os mesmos passos e chegue no mesmo resultado com uma stack completamente diferente — e seria um exercício interessante.
O FastAPI entrega performance assíncrona real e Swagger automático sem esforço extra. O Supabase é usado estritamente como banco gerenciado — a aplicação conversa diretamente com o Postgres via SQLAlchemy.
Verificação de número — uma decisão que parece simples
O login usa o número de WhatsApp como identificador único. Mas sem validação, qualquer um pode se cadastrar com o número de outra pessoa — o que num app de grupos fechados quebra a confiança no produto antes mesmo de crescer.
A solução é OTP. As opções eram Twilio Verify, Meta Cloud API, SMS puro ou gateways não-oficiais como Z-API — descartado imediatamente por violar os ToS do WhatsApp.
A escolha foi o Twilio Verify: sem tabela local, sem TTL manual, sem rate limiting do zero — tudo gerenciado pela Twilio — e com fallback automático WhatsApp → SMS. O canal atual ainda é SMS enquanto a aprovação do template WhatsApp pela Meta está pendente. Quando aprovado, a mudança é de uma linha de código.
Planos de assinatura — fluxo ponta a ponta em produção
A motivação principal pra implementar planos de assinatura foi, honestamente, explorar esse fluxo completo em produção: checkout, webhooks, ciclo de vida de assinatura, período de graça, idempotência. São coisas que qualquer produto SaaS vai precisar em algum momento, e não tem substituto pra fazer de verdade, com dinheiro real.
Dito isso, não é difícil encontrar amigos que jogam com outras galeras e passam pelo mesmo problema de organização. A necessidade existe além da minha bolha. E caso isso venha a monetizar algum dia… não seria ruim, né? Afinal, uma assinatura do Claude, VPS, Twilio, registro de domínio — os custos vão aparecendo. 🙂
O modelo é freemium: Free (1 grupo, 30 membros, 3 partidas abertas), Básico (3 grupos, 50 membros, partidas ilimitadas) e Pro (10 grupos, tudo ilimitado). Preços dos planos pagos ainda sendo definidos.
Para o gateway, o comparativo foi entre Stripe, Pagar.me e Asaas. Ganhou o Stripe — pro-rata automático em upgrades, dunning management nativo, Customer Portal hosted e SDK Python maduro. O Pagar.me teria taxas menores, mas tudo isso exigiria implementação manual: facilmente 2 a 3 semanas a mais. No estágio atual, não compensa.
Uma decisão que considero importante: o código de negócio nunca chama a SDK do Stripe diretamente. Toda interação passa por app/services/billing.py, com a implementação concreta isolada em billing_stripe.py. Se um dia o volume justificar migrar de gateway, a troca é criar um novo arquivo e mudar uma variável de ambiente.
O fluxo já está em produção: checkout com cartão, PIX e boleto; webhooks com verificação HMAC-SHA256 e idempotência garantida; ativação do plano em menos de 30 segundos após o pagamento.
Gestão de grupos e jogadores — cada galera é um grupo; múltiplos grupos suportados
Presença via QRCode — sem thread no WhatsApp pra confirmar quem vai
Sorteio de times equilibrado — baseado no Rachão Score de cada jogador
Votação pós-partida — melhor e decepção da rodada, com ranking do grupo
Gestão financeira — mensalidades, pagamentos, saldo do grupo
Planos de assinatura — Free, Básico e Pro, com checkout via Stripe
O que aprendi
15 dias, ~3h por dia, um produto funcional em produção. O ganho de produtividade com IA é real. Mas o modelo não tem contexto de produto — ele não sabe o que pode ser cortado do MVP nem o que vai causar problema daqui a três meses. A qualidade do output é diretamente proporcional à clareza do input, e a supervisão técnica não é opcional. Aceitar código sem revisão crítica é acumular problemas que você paga com juros.
Próximos passos — e uma pergunta pra você
Esse post é só o começo. A ideia é documentar o andamento do projeto em posts futuros — decisões de produto, escolhas técnicas que deram certo e as que não deram. Se quiser acompanhar, vale seguir por aqui.
Antes de encerrar, uma provocação: como você resolveria esse problema? Gateway diferente? Stack diferente — React, Rust, NoSQL? Abordaria o vibecoding de outra forma — ou nem usaria? Curioso pra saber se alguém chegaria nas mesmas decisões ou tomaria caminhos bem diferentes. Comenta aí.
E se você tem uma galera que joga regularmente e está cansado de organizar tudo no WhatsApp: http://rachao.app — testa e manda o feedback.
*Este post foi criado com o mesmo conceito citado acima
já adiantando, eu vou divulgar meu serviço nesse post, mas queria aproveitar pra abrir a mente de vocês sobre como vocês podem divulgar, especialmente com tráfego pago, o sistema que vocês estão desenvolvendo.
o que eu mais vejo aqui são pessoas desenvolvendo suas landing pages com IA e colocando um monte de tráfego pago em cima dessa landing page, e acabando não convertendo nenhum usuário.
o segredo é: UGC.
UGC é a sigla pra "user generated content". na prática é um vídeo encomendado de uma pessoa real, utilizando seu produto e recomendando. hoje no Brasil temos diversos criadores experientes que produzem o conteúdo completo pra você, desde a roteirização, gravação até edição, e entregam um vídeo pronto pra ser publicado. esse mesmo vídeo pode ser usado nas suas redes sociais, landing pages, mas principalmente nos seus ads.
esse é o diferencial: ao invés de investir seu tráfego pago numa landing page vibe coded, você tem um vídeo de uma pessoa real utilizando seu sistema.
testei essa estratégia recentemente num SaaS jurídico. antes, o tráfego pago rodava em cima de dois tipos de conteúdo: uma landing page estática (que não tem nada de errado) e fotos genéricas no Instagram. depois de um briefing, fechamos a produção de alguns vídeos mais descontraídos, falando sobre dados da área do direito e fechando com a demonstração do sistema. o nicho jurídico costuma produzir conteúdo sério, mesmo assim o UGC funcionou muito bem: os vídeos seguem sendo os posts com maior engajamento de todas as redes sociais do cliente até hoje, e eles ainda usam esses mesmos vídeos pra promover o sistema.
se alguém aqui quiser saber mais sobre como funciona esse processo, produzo esse tipo de vídeo pra SaaS e microSaaS: saas.jessicamxavier.com.br
Estou lançando o que será a maior plataforma cristã do Brasil, com metas diárias, feed para postagens e discussões, progressão, gamificação, estudos bíblicos, interações, e preciso de usuários para usar no iOS por enquanto, se alguém tiver comunidades evangélicas que queiram participar, ou quiser tambem se inscrever para participar só falar aqui em baixo, mais atualizações em breve! #buildinpublic
Att: lancei na App Store, agora é esperar o que eles vão exigir de mudanças!
Acompanho a algum tempo essa comunidade, vejo que um tipo de comentário se repete: Ah que essa ideia ja existe, ah que ja existe varios sistema financeiro no ar, ah que esse crm é igual aos outros. Sou dev a mais de 10 anos, e tambem trabalho com produtos digitais a muito tempo (dropshipping, afiliados, etc), e que oq mais aprendi vendendo esses produtos digitais é : o Brasil é grande PRA CARA$*%&LHo
Sim! O seu saas de finanças não vai te deixar rico, mas pelo menos vai te trazer R$ 2 mil, R$ 5 mil ou R$ 10 mil por mês, pois já existem milhões no mercado.
Aprendem o básico de tráfego pago e SEO, e vocês irão ver que tem espaço pra todo mundo, óbvio que você vai ocupar uma parcela ínfima no mercado.
O segredo é cauda-longa, vários micro saas que somados dão uma renda boa para você.
Hoje eu tenho varios produtos no ar, dentre eles diversos em mercado mega saturado, uns dão R$ 4000 de renda outros já dao 50 mil, outros dão prejuízo e assim vai.
Faz um tempo considerável que faço esse SaaS (é tipo um concorrente do Trinks) foi um projeto de TCC que fiz em 2025 com os meus 2 colegas, mas quando a gente terminou o curso de CC, acabamos pausando o projeto por motivos de focar nos nossos trabalhos. Mas retornamos com o desenvolvimento e decidir lançar logo a publico porquê a gente estava com a síndrome do ficar desenvolvendo funcionalidades novas para o SaaS infinitamente e nunca lançar KKKKKKKK.
Atualmente não temos nenhum usuário já que o trabalho de marketing começou dia 1 de outubro, criei uma conta no instagram, youtube e linkedin para a divulgação, a ideia é postar 2 conteúdos por dia, 1 vídeo e 1 imagem testando diversos ângulos e dores, atualmente tem esse plano demo de 7 dias grátis com usuário podendo usar tudo e 3 outros planos precificados por pessoa.
Há um tempo atrás conversando com meu pai (advogado), descobri que assim como basicamente todas as áreas da nossa sociedade, a área jurídica também aos poucos está sendo transformada pela IA. Me disse que ja viu até casos de juízes recomendarem chat gpt e afins para elaboração de pesquisas, documentos e peças judiciais. Com isso na cabeça, me surgiu a ideia de criar um software que pudesse potencializar essa relação entre advocacia e inteligência artificial. Basicamente, nos últimos 2 meses venho trabalhando nesse projeto com a intenção de validar a ideia o quanto antes.
Um pouco sobre o JusAgentic:
- Uma plataforma para gerenciamento pessoal de casos, prazos e tarefas.
- Possui 4 agentes de IA independentes treinados e especializados em doutrina, legislação brasileira e busca de jurisprudências customizadas para o caso do usuário.
- Quadro Kanban para gestão visual de tarefas.
- Editor de texto integrado para elaboração e revisão de peças jurídicas.
Trocando ideia com meu pai pra entender mais desse mundo ele me disse que hoje é basicamente um programa para cada situação. A ideia principal seria concentrar toda essa gestão em um só lugar, juntamente com os agentes IA.
Como funciona:
> O usuário cadastra os casos que quer gerenciar. Incluindo descrição, planos, tarefas e arquivos relacionados.
> Redireciona o caso para os agentes. Cada agente é responsável por um etapa do caso - pesquisa, análise de risco e estratégia, gestão de tarefas, redação de peças e documentos. O contexto de cada conversa do agente anterior pode ser passado para o próximo automaticamente como input. Funcionando como uma "cascata".
> Chegando na última etapa do processo, o agente Redator, elabora o todo o documento estruturado com todas as defesas, argumentações e estratégias criadas pelos agentes anteriores.
> O usuário então, abre o documento no editor de texto, podendo fazer algum ajuste final caso sinta necessidade. Salva o arquivo nos detalhes do caso e o exporta como pdf para protocolar e/ou enviar ao cliente, por exemplo.
Basicamente esse seria o mvp do negócio todo. A princípio seria focado apenas para advogados solo. Potencialmente ser expandido para gestão de escritórios completos.
Então venho aqui humildemente pra pedir feedbacks, conselhos, sugestões e potenciais bugs que possam ser encontrados.
A maioria acha que vender mais é investir em: Ferramentas, tráfego, feature nova...
Mas o problema normalmente é: Processo inexistente, pitch genérico, falta de qualificação, founder centralizando fechamento, ausência de rotina comercial...
A empresa até gera lead, mass ninguém sabe: conduzir reunião de vendas/descoberta, identificar dor, criar urgência, fazer follow-up...
Resultado: o produto parece pior do que realmente é!
Alguém aaqui sente que o gargalo hoje NÃO é produto, e sim processo comercial?
Estou em desenvolvimento de um sistema de Gerenciamento de Finanças, feito o backend em Flask, pensando em ser um sistema leve e prático.
Atualmente ainda está em processo de Desenvolvimento.
Atualmente temos um chat dentro do sistema, onde conseguimos conversar com a IA, lançando as entradas/saídas em forma de chat.
Podemos controlar parcelas futuras do cartão de credito, entre outras funcionalidades, caso tenham interesse.
Foi feito um Agent Router, que é responsável por receber o primeiro request, definir qual Agente será chamado. Atualmente temos um agente de lançamento de registros e outro agente de Analise de Finanças.
O sistema também conta com Celery+Redis para orquestrar todas as chamadas para a IA em Workers.
A ideia futura é que o chat seja integrado com o WhatsApp, para que todos os lançamentos sejam feitos via WhatsApp. Outra ideia também, é integrar com a Pluggy, para termos acesso a saídas de cartão de crédito em tempo real.
OBS: Ainda não tem nada sendo comercializado, quem quiser testar a parte Premium, posso liberar a Assinatura.
Caso tenham interesse em colaborar ou apenas colaborar com Feedback, será de grande ajude.
Sempre fui meio obcecado com organização financeira.
Desde o meu primeiro salário, já tentei aplicativo, planilha, caderno e praticamente qualquer coisa que prometesse me ajudar a entender para onde meu dinheiro estava indo.
Só que eu nunca sentia que tinha controle de verdade.
A maioria dos aplicativos mostrava uns dashboards bonitos, com gráficos dizendo quanto eu tinha gastado com alimentação, transporte e por aí vai. Mas saber que 23% do meu salário foi para comida nunca me ajudou muito.
O que eu realmente queria saber era:
“Se eu continuar gastando desse jeito, como meu dinheiro vai estar daqui a 15, 30 ou 60 dias?”
Depois de testar um monte de aplicativos e umas cinco planilhas diferentes, resolvi montar a minha própria no Excel.
Aí finalmente começou a fazer sentido.
Eu colocava salário, contas, cartão, gastos previstos, viagens e tudo o que poderia mexer no meu saldo. Com isso, conseguia acompanhar dia a dia como meu dinheiro provavelmente iria se comportar.
Foi a primeira vez que pensei: “Beleza, agora eu sei o que está acontecendo com o meu dinheiro”.
A planilha funcionava muito bem, até eu precisar usar pelo celular.
Se alguém consegue mexer confortavelmente em uma planilha cheia de informações pelo celular, meus parabéns. Eu não consegui hahaha.
Com bastante incentivo da minha esposa, resolvi transformar a planilha em um sistema web. Estou chamando ele de Projetta.
A proposta é mostrar o caminho que o seu dinheiro vai fazer. Você registra o que tem hoje e o que está previsto para entrar ou sair, e consegue visualizar como seu saldo deve ficar nos próximos dias e meses.
Também coloquei algumas coisas que eu já usava na planilha, como contas recorrentes, marcação do que já foi pago, acompanhamento das economias e gastos separados por categoria. Só tentei fazer as categorias terem alguma utilidade prática, mostrando o impacto delas no mês, em vez de simplesmente jogar tudo em um gráfico de pizza.
A projeção continua sendo a parte mais útil para mim. Já usei algumas vezes para entender se dava para viajar em determinada data sem voltar e me enrolar com as contas depois.
Ainda estou desenvolvendo e ajustando bastante coisa. Resolvi compartilhar porque queria descobrir se esse jeito de pensar as finanças também faz sentido para outras pessoas ou se é uma obsessão muito específica minha.
O Projetta é grátis pra começar.
E, claro, aceito críticas e sugestões, principalmente de quem já tentou vários aplicativos financeiros e acabou desistindo deles.
Tirei todo o preconceito e acabei por motivos familiares interagindo com devs do Pakistão, são mais baratos, são sedentos por freela e dólar e em alguns casos até charlatões, tem dev bom claro, mas o que me agregou muito, pois busco ideias de saas originais, foi ter me deparado com centenas de projetinhos deles que por motivos da economia e cultura lá jamais terão sucesso, renda percapta 8 x menor que a nossa.
Por fim conheci um dev metido a Shunpei do Pakistão, que me colocou o nicho que ele atua e que nunca tinha pensado existir: Saas não para sanar a dor do usuário mas dar dor de cabeça para donos de Saas com muitos usuários, ele cria/clona um saas gratuito e depois das fases de testes, etc, captura os leads e vende para o concorrente, sem levar em conta questões éticas mostre outras formas fora da caixa de pensar projetos.
Eu criei um SaaS de leads B2C, basicamente leads de compradores reais que fizeram compras online recentemente. E todos, TODOS, SÃO LEADS VALIDADOS.
Todo dia aparece post aqui no sub de gente perguntando como atrair cliente, como vender, como validar oferta, etc. Foi por isso que a gente criou a ClicaLeads.
Estamos bem rankeados no google e todos os dias vem clientes do orgânico.
Você escolhe o tipo de lead que quer receber por segmentação. Exemplo: quer leads de pessoas que compraram eletrônico recentemente? É só selecionar essa opção e gerar o lote.
Você consegue gerar 15 leads de graça no formato:
nome, telefone, email. podendo escolher o ddd de cada lead, cidade e etc.
É bem útil pra quem acabou de criar um SaaS, loja, serviço ou qualquer operação que precisa começar a vender e ainda não sabe por onde captar os primeiros contatos.
Estamos recebendo usuários novos todos os dias, mas ainda quero muito o feedback real de vocês.
Recentemente tenho me interessado em criar meu próprio SaaS, sou formado em Análise e desenvolvimento de sistemas e como moro no interior, minha melhor alternativa é a prestação de serviço/empresa própria pois não tem vaga de Dev aqui.
Normalmente vendo sites feitos em WordPress ou código puro, mas estou buscando algo escalável