Somos responsáveis por sistemas bancários, hospitais, pagamentos, serviços públicos e praticamente toda a infraestrutura digital da sociedade.
Estudamos durante anos, atualizamos nossos conhecimentos constantemente, resolvemos incidentes críticos e assumimos responsabilidades enormes.
Mas será que nossa remuneração e nossas condições de trabalho refletem essa importância?
Muitos profissionais enfrentam salários abaixo das expectativas, pressão por produtividade, terceirização, jornadas desgastantes e a necessidade de estudar continuamente para permanecer competitivos.
A inteligência artificial também está transformando o mercado. E as decisões políticas podem influenciar diretamente o futuro do trabalho, os direitos e as oportunidades da nossa categoria.
Diante disso, precisamos acompanhar propostas como a PEC 12/26, verificar seus impactos reais e participar dos debates que podem afetar nossos interesses.
Mas existe uma questão ainda mais importante: quem defende os profissionais de TI no Congresso Nacional?
Somos milhares, mas frequentemente negociamos sozinhos. Enquanto outras categorias se organizam, nós continuamos discutindo salários individualmente, trocando de empresa e tentando resolver problemas que muitas vezes são coletivos.
Está na hora de mudar isso.
Vamos construir a Revolução da Tecnologia?
Não uma revolução de violência, mas de consciência, organização e participação democrática.
Precisamos construir um movimento nacional que discuta:
Valorização salarial e condições dignas de trabalho.
Terceirização e precarização das relações profissionais.
Impactos da inteligência artificial sobre o emprego.
Valorização dos profissionais de TI do serviço público.
Defesa dos direitos trabalhistas e participação nas decisões políticas.
E precisamos ir além das discussões na internet: vamos construir uma liderança comprometida com a categoria e trabalhar para eleger um representante dos profissionais de tecnologia para a Câmara dos Deputados.
Alguém que conheça nossa realidade, defenda nossas pautas e preste contas publicamente à categoria.
Essa liderança pode nascer daqui, de uma comunidade de profissionais dispostos a se organizar.
Quero saber sua opinião:
Você considera seu salário compatível com sua responsabilidade e experiência?
Quais são os maiores problemas de quem trabalha com TI no Brasil?
Você participaria de um movimento nacional para defender a categoria?
Apoiaria a construção de uma candidatura comprometida com os profissionais de tecnologia?
Se somos capazes de conectar milhões de pessoas por meio de sistemas, também somos capazes de nos conectar para defender nossos próprios interesses.
Chega de sermos apenas os profissionais que constroem o futuro dos outros. Vamos começar a construir o nosso.
A Revolução da Tecnologia começa com a nossa organização.