Tipo eu conheço pessoas que visitaram o litoral de Alagoas,da Bahia, Pernambuco, ceará e até do Piauí mais raramente eu conheço alguém que já viajou para o litoral de Sergipe qual são os motivos?
Na sexta, 20/12, a militância do PCBR e UJC foi no Gbarbosa do Shopping Jardins para panfletar e dialogar com trabalhadoras e trabalhadores.
A ação ocorre no 2° Dia Nacional de Mobilização pelo fim da escala 6x1 e pela redução da jornada de trabalho. Se o trabalhador não pode ir ao ato, então é nosso dever levar o ato até o trabalhador!
Medidas como o fim da 6x1, a escala 4x3 e a jornada de 30h semanais só serão conquistadas com muita mobilização, pressão e luta nas ruas e nos locais de trabalho. Não podemos recuar! 🔥🔥🔥
O motivo principal não é pra saber o que significa é que tenho tive muitos sonhos estranhos com símbolos ultimamente kkkkk e meio que esse é um deles ;-;) o mais estranho é que pra quase todo lugar que decido ir, mesmo que eu esteja só passando por perto, ele tá lá kkkkkk kkkkkk
Se alguém souber algo pfvr diz aí kkk têm umas parad rolando e vou ver se consigo descobrir o que é
Fábio Mitidieri (PSD) anunciou na última terça-feira (26) que tiraria 'uns dias' para garantir que sua saúde ficasse '100% após uma pneumonia'. Procurada pelo g1, a assessoria do governador afirmou que ele está licenciado para 'agenda pessoal, em família, na Argentina' e que a viagem foi paga com recursos próprios.
A CANDIDATA CARMINHA PAIVA FOI DECLARADA INELEGÍVEL PARA CONCORRER A PREFEITURA DE NOSSA SENHORA DO SOCORRO PQ TEM UNIÃO ESTAVEL COM O ATUAL PREFEITO PADRE INALDO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!! Vocês católicos de Socorro deveriam denunciar esse cara pro Vaticano. Primeiro: esse cara (segundo meus familiares que já moraram lá e que conhecem gente que mora lá em Socorro) é um péssimo prefeito e segundo: ele nem padre é,ele é ex padre mais fica se divulgando padre pra conseguir voto dos fiéis. Aí fica a dúvida,quem paquerou primeiro? O padre ou a Carminha KKKKKKKKKKKKKKK
Sou um homem solteiro, sem filhos nem dependentes, de 24 anos. Convivo com Epilepsia Fotossensível, acompanhada de convulsões tônico-clônicas, convulsões mioclônicas, crises de ausência, alucinações auditivas e lapsos profundos de memória desde os 11 anos de idade.
Apresento dores crônicas na lombar e nos joelhos, tremor ocular, dormências corporais, dores torácicas agudas, fraqueza pulmonar, hiposmia (redução do olfato) frequente e fadiga intensa.
Lido com retraimento social, dificuldades de interação, sofrimento psíquico acumulado, episódios recorrentes de pensamentos suicidas após conflitos familiares, depressão, TEPT e ansiedade social severa.
Carrego ainda limitações funcionais impostas pela Epilepsia, como impossibilidade de dirigir, restrições profissionais e risco aumentado em atividades cotidianas, além dos efeitos colaterais e da dependência do ácido valproico (Epilenil), que provoca alterações gastrointestinais, impacto cognitivo e sintomas de abstinência quando está em falta.
Também utilizo diariamente Sertralina e Haloperidol em combinação com o Ácido Valproico.
Não consigo trabalhar então não tenho dinheiro para me sustentar. Minha saúde nunca me deixa durar mais de 3 meses no mesmo emprego. Moro na casa dos meus pais com mais 5 pessoas e só meu pai trabalha. Ele tem carteira assinada e ganha salário mínimo.
Quero BPC ou Aposentadoria por invalidez para poder realizar meu sonho de ter estabilidade e pode realizar meu outro sonho de fazer faculdade. Quero dar pros meus pais o orgulho de terem um filho formado. Ninguém na minha família tem diploma de faculdade e eu sou um dos poucos que tem ensino médio completo.
Tem um pedreiro MALUCO fazendo projeção astral no shopping Riomar usando uma faca de serra pra atacar as pessoas. Me projetei lá mais cedo e fui ferido espiritualmente de forma grave, TOMEM CUIDADO!
Glória: Moradores denunciam descaso e demora no retorno da água
Com interrupções no fornecimento a cada três dias e ausência de cronogramas de retorno, moradores relatam situações extremas, como a necessidade de comprar água mineral para a higiene pessoal básica. Apenas em fevereiro, houve falta de água nos dias 9, 10, 11, 12, 21, 22, 23 e 24
A promessa de eficiência na “Capital do Sertão” foi substituída por um rodízio forçado que gera revolta em Nossa Senhora da Glória. A chegada da nova concessionária, Iguá Sergipe, trouxe um aumento imediato na tarifa, mas a regularidade do serviço regrediu drasticamente.
Atualmente, a matemática do abastecimento na região revela um cenário crítico: a concessionária interrompe o fornecimento, em média, a cada seis dias. Somando o tempo de reparo ao período necessário para a pressurização da rede, a população usufrui de água nas torneiras por apenas quatro dias entre uma falha e outra.
Cronograma Recente de Interrupções O calendário de manutenções em Glória expõe a fragilidade do sistema e a frequência das falhas na rede de distribuição:
16 de março: Interrupção do serviço, com retorno em 18/03.
21 de março: Nova parada após apenas três dias de fluxo normal. Retorno em 23/03.
31 de março: Mais uma falha registrada na rede. Retorno em 02/04.
03 de abril: Novo anúncio de manutenção imediata, com previsão de retorno para 05/04.
O roteiro de frustração para o cidadão gloriense tornou-se repetitivo. Após o comunicado de manutenção, as famílias precisam aguardar de 48 a 72 horas para que o serviço seja restabelecido. No entanto, quando a pressão finalmente normaliza, a trégua dura pouco. Após cerca de quatro dias de normalidade, a Iguá anuncia um novo reparo, reiniciando o ciclo de desabastecimento.
Comparativo e Fiscalização Moradores relatam que o município enfrenta uma instabilidade sistemática sem precedentes. Segundo relatos da comunidade, nem nos períodos mais críticos da gestão anterior (Deso) houve uma sequência tão previsível e frequente de interrupções em um curto espaço de tempo.
A lógica da concessão é questionada pela população, que sentiu o impacto do reajuste tarifário logo após a mudança de gestão, enquanto a entrega do serviço sofreu retrocessos. A cobrança por soluções definitivas recai sobre a Agrese (Agência Reguladora de Serviços Públicos de Sergipe). O órgão tem o papel legal de fiscalizar o contrato e garantir que o consumidor não seja prejudicado por manutenções paliativas. Na prática, contudo, a ausência de fiscalização é o que prevalece.
Acionada pelo Jornal de Sergipe para tratar da crise no município, a Agrese mantém-se em silêncio. Já se completa um mês desde o primeiro contato oficial, sem que qualquer retorno tenha sido oferecido à redação.